O assessor técnico em Defesa Civil da Associação dos Municípios da Foz do Rio Itajaí (AMFRI), José Luiz de Abreu, cumpriu agenda junto à Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sedec), em Brasília. Em pauta, assuntos de interesse dos municípios que formam a entidade, como o Projeto de Integração Regional e atualização sobre as ações que a Sedec está desenvolvendo.
José conversou com o secretário nacional, Coronel Alexandre Lucas Alves e detalhou que o Projeto de Integração Regional é resultado do desdobramento do trabalho de assessoria técnica junto à AMFRI, que visa a preparação dos colegiados e das áreas técnicas da associação dos municípios para atender as Defesas Civis Municipais na otimização dos serviços de proteção – integrando-os com os outros órgãos dos municípios, AMFRI, Estado e União.
“Foi possível colher percepções acerca do Projeto de Integração Regional, o qual prevê o aprimoramento dos trabalhos de proteção e defesa civil envolvendo a AMFRI como entidade intermediadora na execução da Política Nacional de Proteção e Defesa Civil, no âmbito regional”, frisou José. A iniciativa foi apresentada também ao Coordenador de Articulação do Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sinpdec), Reinaldo Estelles.
“Conforme as tratativas foram iniciadas, o Secretário Nacional viu com bons olhos a articulação, uma vez que a proposta envolve a Associação de Municípios como entidade participante, indo além de uma organização consorciada entre municípios, visto o envolvimento de um corpo técnico e profissional apoiando os municípios na execução do projeto”, explica o assessor técnico da AMFRI. O coordenador do Sinpdec validou, junto com sua equipe, a concepção do projeto, colocando-se à disposição para apoiar na preparação e capacitação dos profissionais envolvidos.
Por fim, José cumpriu agenda com o diretor do Departamento de Obras de Proteção e Defesa Civil (DOP), Paulo Falcão. A conversa transcorreu sobre verificações nos procedimentos de encaminhamento de pleitos e alinhamentos metodológicos na instrução dos processos municipais, à solicitação de recursos para ações de restabelecimento e reconstrução. “Desse modo, será possível dar continuidade na preparação e aprimoramento dos serviços em atendimento aos municípios na resposta a desastres”, finalizou.





