A Prefeitura de Luiz Alves espera concluir as obras de revitalização da rua Professor Simão Hess, principal via comercial do município, na Vila do Salto, até a primeira semana de julho. Iniciados em 21 de novembro, os trabalhos ultrapassaram os 82% executados e devem consolidar a região como o centro comercial do município.
“A Vila do Salto de fato se consolida como o Centro Comercial. No futuro, vamos conseguir classificar dessa forma, lá sendo o Centro Comercial e a região da Prefeitura como o Centro Histórico”, enfatiza o prefeito, Marcos Pedro Veber (PSDB). A obra de um valor final de R$ 4.568.002,41 é realizada com aporte do Financiamento à Infraestrutura e ao Saneamento (Finisa) e recursos próprios do Governo Municipal.
Segundo Marcos, o projeto foi pensando justamente em caracterizar a região como comercial, garantindo organização, acessibilidade e mobilidade. “O Centro fica concentrado aqui na Rua 18 de julho, mas é notório que o centro comercial e bancos estão concentrados na Vila do Salto. De fato, hoje, a Rua Professor Simão Hess é a mais movimentada da cidade e ela não tinha nenhuma característica de uma rua desse porte”, cita.
A pavimentação da pista é em paver, com calçadas mais amplas que permitirão melhor fluxo e segurança. Ao encontro com as políticas ambientais, estarão distribuídas em toda a extensão da via mais de 30 lixeiras. Bancos para descanso, ornamentações com plantio de árvores e plantas de pequeno porte também estão no projeto
“É um novo conceito de cidade, com projeto urbanístico, com mobiliários urbanos. Da forma com a cidade merece. O nosso projeto foi pensado, primeiramente na acessibilidade das pessoas”, enaltece o prefeito. O projeto foi desenvolvido pela equipe de engenharia da Associação dos Municípios da Foz do Rio Itajaí (AMFRI).
Outra situação ganhou atenção no desenvolvimento da obra: a drenagem pluvial. Com um problema crônico de alagamento, quase metade dos recursos utilizados no trabalho foram destinados a ampliar o sistema de drenagem – elevando a capacidade de vazão e buscando amenizar o reflexo de futuras enxurradas.
“Nessa região da Vila do Salto, nós tínhamos um problema muito grande de alagamentos. Esse foi um ponto chave que o projeto abordou, até porque o valor final da obra tem algo em torno de 40% a 50% foi para a parte de drenagem. As pessoas nos questionam sobre isso, mas deixar uma obra dessa, com essa infraestrutura subterrânea, traz dignidade às pessoas”, finaliza Marcos.





