Uma criança pronta para nascer perguntou à Deus:
– Eu estarei sendo enviada para a terra. Como foi viver, se sou pequena e indefesa?
E Deus, na sua infinita sabedoria, respondeu:
– Dentre muitos anjos, eu escolhi um especial para você que está esperando a sua chegada. Esse anjo vai cantar, brincar, dançar, rir e cuidar muito bem de você com paciência e carinho. Esse anjo também ajudará você a andar, comer e falar.
Aquela criança sorriu e pergunta:
– E como será o nome deste meu anjo?
E Deus, respondeu:
– Você chamará o seu anjo de MÃE.
Indiferentemente da classe social, MÃE é ser mulher. Uma batalhadora, que mesmo em situações de baixo astral, administra as emoções, com a aspiração de servir com solidariedade, dedicação e solicitude. Um ser humano que chora escondido, para não revelar suas fraquezas, mas que busca conhecer suas falhas, aprendendo como lidar com elas e manter a harmonia.
Na memória e nas lembranças de uma MÃE estão guardadas as recordações dos primeiros sorrisos, as primeiras palavras e dos primeiros passos. Nas atitudes de uma MÃE estão sempre presentes a força e o respeito. No coração de uma MÃE está o desejo de ser uma anfitriã do amor.
O reconhecimento por parte dos filhos, filhas, netos e netas, tornam-se a oportunidade mágico da gratidão em homenagear a mulher que gerou, cuidou, superou inúmeros desafios no próprio ventre materno. Em um gesto de humildade é importante lembrar que nem todas as heroínas usam capas… Nem toda rainha possui uma coroa… Nem todos os anjos possuem asas…
MÃE, são três letras de um nome bendito e assim, como o céu possui três letras, no coração de uma MÃE há espaço para um amor infinito. MÃE é ser anfitriã do amor.





