O alargamento da Praia do Gravatá entra em fase final. Desde sábado (1º), as equipes trabalham no espalhamento da areia e na desmontagem da tubulação em terra, o que deve durar até 10 dias. A dragagem foi concluída na sexta-feira (31) à noite, com a partida da draga Galileo Galilei após 12 dias de serviço.
Por conta das condições marítimas, a tubulação submersa só poderá ser retirada a partir do dia 13 de agosto.
Na prática, a obra está praticamente pronta, com cerca de 98% de conclusão. Além da finalização dos trabalhos, também faz parte do cronograma o assentamento do solo. Até a avaliação e liberação do Corpo de Bombeiros Militar, a praia segue proibida para uso da população.
“Mesmo após a saída dos maquinários da orla, a área segue inteiramente isolada. Então a população deve manter cautela e não entrar na praia até que ela seja liberada. Há perigo real até que o assentamento ocorra, pois a areia fica fofa, principalmente na parte submersa, que é a mais perigosa”, reforça o secretário de Infraestrutura, Roberto Ferreira.





A expectativa é que a nova Praia do Gravatá esteja liberada para uso em alguma data da próxima semana.
Com investimento previsto de R$ 31,5 milhões, os trabalhos do alargamento iniciaram no dia 20 de julho, na região próxima ao Rio das Pedras, e seguem até o Molhe do Gravatá, em um trecho de 2,3 quilômetros. Após finalizada, a faixa de areia está prevista para ficar com 70 metros de extensão, considerando o levantamento das marés médias, conforme projeto da obra.
ESCARPAS
Durante e após as obras, é comum o surgimento de escarpas — desníveis temporários que podem se formar onde a areia foi depositada, especialmente pela ação do mar após eventos como ressacas, marés altas e tempestades.
Para garantir a segurança de todos, as equipes realizam ajustes no local para suavizar esses desníveis, até que a praia retome naturalmente seu formato.





