A Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc) liberou a retirada, comercialização e consumo de mexilhões e ostras produzidos na área de cultivo de Penha. A atualização foi divulgada nesta sexta-feira (14), no monitoramento de ficotoxinas realizado pelo órgão estadual.
De acordo com o novo boletim, a área de cultivo Penha – 16F, que anteriormente estava com a situação “SUSPENSO”, agora aparece como “LIBERADO” tanto para ostras quanto para mexilhões.
A mudança ocorre após a realização de novas análises no âmbito do monitoramento sanitário de moluscos bivalves. Com a liberação, deixa de valer a restrição que impedia a retirada, comercialização e consumo de mexilhões e ostras provenientes da área de Penha.


O monitoramento da Cidasc acompanha a presença de ficotoxinas produzidas por determinadas microalgas e que podem se acumular em moluscos bivalves durante a alimentação por filtração da água. A concentração dessas substâncias é verificada periodicamente para garantir a segurança dos produtos destinados ao consumo humano.
A orientação anterior também abrangia moluscos retirados de bancos naturais, como costões, parcéis e beiras de praia, nas áreas submetidas às restrições sanitárias. Com a atualização de 14 de agosto de 2026, a área Penha – 16F está liberada no boletim de monitoramento apresentado pela Cidasc.
Além de Penha, outras áreas do litoral catarinense aparecem como liberadas no levantamento mais recente. O boletim, porém, também identifica regiões classificadas como “sem produção”, condição diferente de uma área com suspensão sanitária.
A Cidasc mantém o acompanhamento das áreas de cultivo por meio de análises periódicas. Novas alterações na classificação podem ocorrer conforme os resultados do monitoramento.





