No dia exato que o Centro Cultural Luiz Telles completa cinco anos, 21 de agosto, a Fundação Municipal de Cultura de Balneário Piçarras irá realizar o encontro de 1º Produtores e Agentes Culturais, a partir das 18h30. O evento tem como intuito reunir os principais produtores e agentes de cultura da cidade para discutir as políticas culturais do município.
“A ideia é de fazer um encontro que valorize a importância de cada produtor e/ou agente envolvido com as atividades culturais de Balneário Piçarras ao longo desses cinco anos da criação do Centro Cultural Luiz Telles e efetivação da Fundação Municipal de Cultura”, explicou a presidente da Fundação Municipal de Cultura, Silvana Maria Rebello Pereira.
Como pautas principais da reunião, serão discutidas parcerias entre artistas do mesmo segmento e a realização de eventos que propaguem a cultura local para população de forma mais eficaz. Para fomentar o debate, o encontro contará com a presença de agentes culturais de outros municípios da região. O evento é aberto ao público e acontecerá no Centro Cultural Luiz Telles.
Roda de Conversa sobre a colonização açoriana
Na próxima quinta-feira (23), a partir das 18h30, o Centro Cultural Luiz Telles irá receber muitas memórias e histórias, resgatadas por meio de profissionais que buscam fomentar o debate e o conhecimento sobre a colonização açoriana em nossa região. O evento faz parte das comemorações municipais, alusivas aos 270 anos da presença açoriana em Santa Catarina.
A Roda de Conversa – Os Açorianos: A Presença em Santa Catarina será uma chance que a população terá para se aproximar mais da história da cidade, através da programação organizada pelos professores da Universidade Federal de Santa Catarina, Joi Cletson, João Pacheco e professor Eduardo Bajara.
Joi Cletson trará ao debate as questões do que o povo açoriano trouxe para cultura do litoral catarinense, Bajara aproximará a discussão trazendo a conversa para a cultura dos municípios de Penha, Barra Velha e Balneário Piçarras. João Pacheco contará sobre como “a baleia” foi importante para economia local da época.
“A conversa vem a intensificar o debate sobre a nossa história, nos fazendo entender sobre a chegada dos açorianos à nossa terra e a importância tanto histórica, quanto cultural, desse processo de colonização. Um povo sem história é um povo sem raiz”, explicou a presidente da Fundação
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