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sexta-feira 17 de julho de 2026

Definida empresa para recuperar escola de Penha interditada há 17 meses

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A JJR Construções e Empreiteira de Mão de Obra Eireli ME venceu a licitação para reforma do Grupo Escolar Municipal Antônio José Tiago, em Penha. Interditado há 17 meses, R$ 884.834,28 serão utilizados nas ações civis de reforma e reconstrução da escola – inaugurada em julho de 2012. O resultado do certame foi homologado no dia 17.

A reforma seguirá as recomendações do projeto arquitetônico e de engenharia elaborado pela empresa E+Plan Engenharia – contratada pela Prefeitura. “Será praticamente construir uma nova escola”, definiu o prefeito, Aquiles da Costa (MDB), em nota oficial remetida à imprensa. A parte mais complexa da obra será a troca de toda a cobertura da escola.

Substituição do reboco e da instalação elétrica também estão previstas.  Nas salas onde o piso afundou, um reaterramento será necessário. Mudanças arquitetônicas também estão no cronograma, assim como substituição de janelas, nova hidráulica, novas portas e pintura completa.

O longo tempo de interdição também favoreceu a deterioração da unidade, que ainda passou por constantes atos de vandalismo. “Sabemos do grande transtorno que foi a interdição dessa escola, mas precisávamos garantir a segurança dos estudantes e funcionários. Agora estamos garantindo a reconstrução de uma escola de qualidade para nossas crianças”, completou Aquiles.

A ordem de serviço, segundo o Governo, deve ser assinada nos próximos dias r as obras devem começar em agosto. O contrato prevê que a empresa terá 180 dias para terminar a obra. A licitação foi lançada com o valor de R$ 1.118.986,56. A escola foi interditada em 10 de fevereiro de 2017. Ela foi erguida com aproximadamente R$ 1,2 milhão.

QUADRA VANDALIZADA

Ao lado, na quadra esportiva inaugurada em julho de 2015, a situação de vandalismo idêntica. Além dos refletores danificados, redes cortadas e grades retorcidas, os banheiros estão totalmente destruídos. Os espelhos estão quebrados, as louças foram arrancadas e há lixo para todo o lado. A fiação elétrica também foi parcialmente furtada. A quadra esportiva custou R$ 728.169,77 de recursos públicos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC2) do Governo Federal.

Foto por: Felipe Bieging

REDAÇÃO, JORNAL DO COMÉRCIO
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