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quinta-feira 25 de junho de 2026

Projeto direciona R$ 1,3 mi para reforma do Grupo Escolar Municipal Antônio José Tiago

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Em reunião extraordinária realizada nesta quinta-feira, 17, a Câmara de Vereadores de Penha aprovou o Projeto de Lei Ordinária nº 18/2018 que trata da abertura de crédito adicional suplementar no valor de R$ 2,160 milhões. Deste valor, R$ 1,3 milhão serão destinados para a reforma do Grupo Escolar Municipal Antônio José Tiago, no Bairro Nossa Senhora de Fátima.

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O projeto, de autoria da Prefeitura, foi aprovado por unanimidade, com a ausência do vereador Maurício Brockveld (PROS), que está em viagem oficial a Brasília (DF). O Governo, agora, deve dar início ao processo licitatório para a reforma. A outra parte da suplementação orçamentária, no valor de até R$ 860 mil, será aplicada nas áreas da Saúde, Procuradoria, Administração, Fazenda e Planejamento.

PROJETO ESTÁ CONCLUÍDO

Após quase 15 meses desde a interdição do Grupo Escolar Municipal Antônio José Tiago, no bairro Nossa Senhora de Fátima, em Penha, a Prefeitura anunciou no último dia 24 de abril que concluiu o projeto para reforma da unidade. Desenvolvido pela empresa E+Plan Engenharia, o documento prevê troca da cobertura, substituição do reboco das paredes, nova instalação elétrica e hidráulica, além de um reaterramento com concreto armado em algumas salas.

“Finalmente tendo em mãos o projeto, agora vamos passar para a etapa de licitação para contratar a empresa que fará a obra de reforma”, definiu o prefeito Aquiles José Schneider da Costa (MDB), prevendo que a reforma fique pronta em 2019. O projeto prevê a remoção completa de toda a cobertura da escola, justamente a maior causa da sua interdição. Outro problema no projeto original, as aberturas que permitiam ao vento entrar e destruir a cobertura, serão substituídas por janelas.

A escola foi fechada em 10 de fevereiro do ano passado, logo após uma vistoria da Defesa Civil de Penha, Corpo de Bombeiros Militares e Secretaria de Planejamento apontar sérios problemas na estrutura que ameaçavam o edifício e a segurança dos alunos e comunidade escolar. Meses depois, em julho, um quarto laudo foi produzido por uma equipe técnica – contratada através de licitação ao custo de R$ 7.900,00.

Em novembro, após pressão popular, o Governo Municipal promoveu uma reunião para discutir o futuro da escola. “Tínhamos duas opções: reformar ou reconstruir. A comunidade optou pela reforma, ciente que os problemas na construção podem voltar acontecer, e novas reformas podem ser necessárias”, detalhou Aquiles, a época.

Foto por: Felipe Bieging

REDAÇÃO, JORNAL DO COMÉRCIO
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