“Será o meu maior desafio. Não somente pela distância, mas pela superação pessoal”. Assim Mayckon dos Santos define seu próximo passo no mundo do triatletismo: o IronMan 70.3 Brasília. No dia 5 de abril, ele enfrentará uma maratona atlética de 113 quilômetros nas modalidades de natação, ciclismo e corrida, esperando concluir o percurso em cinco horas.
“Não penso em pódio. Quero concluir a prova em cinco horas e cravar o nome de Penha no evento'”, definiu. Ele embarca rumo à capital federal no próximo dia 1º de abril e que, apesar da simbologia da data, marca uma enorme verdade em sua vida: superar limites. “Não tenho feito outra coisa a não ser me preparar para essa prova”, acrescentou.
Mayckon vai enfrentar 1,9 quilômetro de natação, 90,1 quilômetros de bicicleta e 21,1 quilômetros de corrida. Há três meses, o triatleta intensificou seus treinos para conseguir atingir seu grande objetivo dentro de uma das provas mais difíceis do planeta. Competições de menor envergadura têm sido usadas como preparação.
Ele participou da primeira etapa do Circuito Catarinense de Triathlon, final de semana passado, em Garopaba. No formato 750 metros de natação, 20 quilômetros de bicicleta e 5 quilômetros des corrida, o triatleta fez seu melhor tempo nesse tipo de percurso: 1h11min26seg.
No IronMan 70.3, são esperados mais de 1.200 triatletas de toda a parte do mundo. “Essa será minha primeira prova nestas distâncias. Não estou pensando em pódio, mas espero fechar a prova em 5 horas, que é um excelente tempo para essa prova”, reforçou Mayckon, também atleta da CPH Brasil, uma das melhores no meio do Triathlon.
Para o superintendente da FME, Luizinho Américo, o triatleta local é um exemplo de motivação a ser seguido dentro do esporte e, certamente, terá um desempenho admirável no 70.3. “É um atleta que migrou do surf para uma modalidade muito desgastante e complexa, por isso tem o apoio público de incentivo”, comenta.





