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sexta-feira 10 de julho de 2026

Obras de urbanização devem começar dia 9

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A Empav Terraplenagem Ltda venceu a concorrência pública para executar as obras em um trecho de um quilômetro e meio de extensão da Avenida Beira Mar. Toda a infraestrutura de muros, calçadas, redes de drenagem e pavimento, precisará ser refeita ao custo total de R$1,18 milhão.
“Esperamos iniciar os trabalhos até dia 09 de julho, com a retirada de materiais e implantação do canteiro de obras” prevê o proprietário da Empav, Fernando Villain. De acordo com ele, as obras vão iniciar pela implantação da rede pluvial. As propostas da licitação foram abertas no dia 21 e após os prazos legais, a empresa foi declarada oficialmente vencedora.
Uma área de cerca de cinco mil metros quadrados destruída pelo avanço do mar nos últimos anos será reconstruída na área central da orla. As obras de revitalização incluem um novo calçadão, adaptado para deficientes físicos e visuais, instalação de bancos e lixeiras em madeira, nova iluminação, replantio de árvores e rede coletora de águas pluviais.
O projeto desenvolvido pela equipe de engenharia da Associação dos Municípios da Foz do rio Itajaí Açú (Amfri) prevê a instalação de um novo sistema de drenagem no subsolo do calçadão. A tubulação vai substituir a galeria hoje existente no eixo da rua e será ligada na tubulação instalada no interior dos dois novos molhes construídos na orla.
A proposta da empresa foi de R$ 121.375,83 menor do que o valor previsto para a obra. Serão utilizados nesta etapa da reconstrução da praia exatos R$1.180.296,36. O dinheiro para custear a recuperação é de um convênio com o Governo Federal e do Fundo de Saneamento (Funsan).  

Dragagem será definida terça
A abertura das propostas da concorrência internacional para o aterro hidráulico da faixa de areia está marcada para o dia 03, a partir das 9h, na Prefeitura. Calcula-se que devam ser investidos R$10,2 milhões para dragar um trecho de aproximadamente 1,5km de extensão entre a Rua Marcílio Dias e o molhe da Avenida Getúlio Vargas.
A empresa vencedora da concorrência também ficará encarregada pela recomposição da restinga, vegetação responsável pela fixação da areia na praia. Uma faixa com 3,55m a partir do calçadão será reservada para o replantio de espécies nativas em uma área cercada para garantir o desenvolvimento das mudas.
Uma draga do tipo hoper vai extrair a areia a uma distância aproximada de 12km da costa e bombeá-la, por meio de uma monoboia, até a praia.
 

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