Dados extraídos dos portais de transparência dos municípios de Balneário Piçarras, Penha e Barra Velha revelam que a movimentação financeira no setor imobiliário foi superior a R$ 1,9 bilhão. O Valor Geral de Vendas (VGV) apurado condiz com o primeiro semestre deste ano, colocando Balneário Piçarras e evidência no cenário imobiliário e de arrecadação tributária.
Com uma carga tributária de 3% para o Imposto Sobre Transmissão de Bens Imóveis (ITBI) nos três municípios, a soma total de arrecadação foi de R$ 58.823.780,00. Esse montante revela a movimentação de R$ 1.960.792.666,66 de VGV. Tal relevância está em consonância com a permanência dos municípios no Índice de Demanda Imobiliária (IDI) Brasil, que avalia as maiores procuras por imóveis nos padrões Econômico, Médio e Alto.

“A situação de pleno emprego é um dos atrativos do Estado. E a nossa região de atuação se destaca ainda mais por estar entre grandes centros como Florianópolis e Curitiba, além de estar próxima a quatro importantes aeroportos e portos, o que facilita a movimentação de pessoas e mercadorias”
Em Balneário Piçarras, o volume arrecadado com ITBI no primeiro semestre foi R$ 29.756.700,40, totalizando um volume de vendas quase na casa do bilhão: R$ 991.890.013,33. Barra Velha vem na sequência. R$ 17.830.195,98 em ITBI arrecadados pelos cofres públicos, somando um VGV de R$ 594.339.866,00. Penha arrecadou R$ 11.236.883,62 com ITBI, totalizando vendas de R$ 374.562.787,33.
Os montantes apurados no primeiro semestre deste ano representam um crescimento de 38,3% se comparado com o mesmo período do ano passado, quando os três municípios somaram R$ 44.771.978,66 em ITBI, para um VGV de R$ 1,4 bilhão. Penha lidera o crescimento, com 43,5% (R$ 7.826.155,90), seguido por Balneário Piçarras com 38,4% (R$ 21.497.481,70) e Barra Velha 15,4% (R$ 15.448.341,06).
Para o diretor comercial da Rôgga, Thales Silva, um dos motivos deste crescimento está ligado à localização estratégica e ao fluxo migratório significativo que Santa Catarina tem recebido – o IBGE aponta que Santa Catarina é o Estado que mais tem atraído migrantes.

“A situação de pleno emprego é um dos atrativos do Estado. E a nossa região de atuação se destaca ainda mais por estar entre grandes centros como Florianópolis e Curitiba, além de estar próxima a quatro importantes aeroportos e portos, o que facilita a movimentação de pessoas e mercadorias”, complementa Thales.
Além da infraestrutura, o litoral da região é altamente valorizado, com as três cidades possuindo certificações internacionais de balneabilidade. “Esse reconhecimento atrai investidores e gera um ciclo virtuoso de desenvolvimento no mercado de construção civil, que, por sua vez, reforça a economia local”, afirma o diretor.
Com o aumento da demanda por moradia de qualidade, a presença de atrações como o Beto Carrero World, que recebe mais de 3 milhões de visitantes por ano, também contribui para o crescimento do setor.
“Há uma demanda elevada em todos os perfis de imóveis, desde os econômicos, passando pelos médios e chegando até os de alto padrão. Mas o grande diferencial nos valores gerais de venda são os produtos de alto padrão, como os que a Rôgga entrega, com áreas de lazer completas e infraestrutura de qualidade para o investidor aproveitar o imóvel durante todo o ano, e não apenas na temporada de verão”, destaca Thales.

O segundo semestre promete ser ainda mais promissor. Só na região de Barra Velha, Balneário Piçarras e Penha, por exemplo, Rôgga vai lançar nesta segunda metade de 2025 três novos empreendimentos que totalizam um valor acima de R$ 700 milhões em VGV. “Estamos muito otimistas com o volume de vendas e temos orgulho de sermos pioneiros em enxergar esse cenário e investir no futuro de Barra Velha, Balneário Piçarras e Penha”, conclui o executivo.
Região segue na relação de municípios com maior procura imobiliária
Na terceira prévia do mais recente Índice de Demanda Imobiliária (IDI) Brasil, publicada em julho, Balneário Piçarras, Barra Velha e Penha são listadas entre as cidades brasileiras entre as mais procuradas nos segmentos de imóveis nos padrões Econômico, Médio e Alto.
O estudo – conduzido pelo Ecossistema Sienge, CV CRM e Grupo Prospecta, em parceria com a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) – analisou a atratividade de 61 cidades brasileiras para novos investimentos no setor imobiliário.
No Padrão Econômico, Balneário Piçarras aparece na 49ª posição, queda de dezenove posições desde a primeira publicação, no final de 2024. Penha está na 55ª, sua melhor colocação desde o lançamento do IDI Brasil. Barra Velha vem na 57ª, com queda de quinze posições.
No ranking Médio Padrão, Penha lidera, aparecendo na 17ª colocação, com queda de cinco posição desde 2024. Balneário Piçarras vem na 44ª posição, revelando regressão de vinte e três posição. Barra Velha está na 56ª posição, num crescimento de quatro posições.
Na categoria de Alto Padrão, Balneário Piçarras está na 10ª posição, queda de cinco posições. Penha está a 19ª posição, uma queda de quatro posições desde a primeira publicação. Barra Velha surge na 25ª colocação, sete posições acima desde que o IDI Brasil foi lançado.
A análise considera seis indicadores estratégicos, incluindo demanda, dinâmica econômica e atratividade para novos e antigos lançamentos. Balneário Piçarras apresentou um desempenho robusto, refletindo o crescimento da cidade como um destino de alto potencial para empreendimentos imobiliários de luxo, destacando-se ao lado de capitais como São Paulo, Goiânia e Florianópolis.
O resultado do modelo é uma lista de cidades com maior atratividade, apresentadas em forma de ranking com base no cálculo do IDI. A escala de atratividade vai de 0,000 a 1,000, onde as cidades que obtiverem um score próximo de 1,000 são consideradas altamente atrativas. As cidades são classificadas em cinco categorias de atratividade: Muito Alta, Alta, Média, Baixa e Muito Baixa, de acordo com seu score no IDI.





