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Piçarras
segunda-feira 22 de junho de 2026

Alunos da rede municipal de Balneário Piçarras ganham “Naninhas do Bem”

“O intuito é dar um aconchego para as crianças”, define voluntária do grupo

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As voluntárias do projeto “Naninhas do Bem” realizaram na segunda-feira, 10, a doação de 180 bonecos personalizados em tecido antialérgico para as crianças do Centro de Educação Infantil Tia Pequena, no bairro Nossa Senhora da Paz, em Balneário Piçarras. Pequena. O objetivo é presentear 600 alunos até o fim do ano.

“Uma das participantes criou as naninhas para os netos, que estudavam no CEI Pinóquio na época e, depois, presenteou as outras crianças da turma. Mais tarde, surgiu a vontade de entregar para as outras turmas e nos unimos para isso”, explica a voluntaria do grupo, Karina San Felice das Neves Karnopp.

As Naninhas do Bem surgiram há oito anos e, hoje, são confeccionadas por nove voluntárias. “O intuito é dar um aconchego para as crianças”, define. Ao longo de sua história, o projeto já realizou distribuição em creches, hospitais infantis e maternidades da região e nos próximos dias 13 e 19 novas remessas de naninhas serão entregues.

Naninhas também serão entregues aos alunos da escola Monteiro Lobato (Nossa Senhora da Paz), Centro de Educação Infantil Professora Marcela Pereira Ribeiro Chegatti (Centro) e Escola São Brás (São Brás). As Naninhas do Bem doadas à rede municipal de ensino foram confeccionadas com materiais doados pela Secretaria de Educação.

“Saía tudo do nosso bolso, mas esse ano o material ficou mais caro. Em conversa com a primeira-dama Andressa e a secretária Blaise, conseguimos uma parceria com a Secretaria de Educação”, esclarece Karina Karnopp.  A equipe realiza ainda trabalhos conjuntos com a Associação Nascendo Piçarras, Associação Perpétuo Socorro e Associação de Apoio aos Autistas de Balneário Piçarras.

Anteriormente, as voluntárias já realizaram rifas e bazares para dar continuidade às doações. “Nos reunimos às terças-feiras, tomamos um café e fazemos as naninhas. Algumas, como eu, estavam com depressão, mas essa é uma forma de se engajar em ver a vida de forma diferente”, conclui a voluntária.

REDAÇÃO, JORNAL DO COMÉRCIO
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