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quarta-feira 29 de maio de 2024


Representantes de Comissão visitam Casa de Passagem

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O juiz Alexandre Takashima, da Coordenadoria de Execução Penal e da Infância e Juventude (CEPIJ), juntamente com Mery Ann, secretária da Comissão Estadual Judiciária de Adoção (CEJA), estiveram dia 24 de março em Barra Velha para dar continuidade ao cronograma de visitas aos abrigos e programas de acolhimento institucional do Estado de Santa Catarina, visitas que acontecem desde o início do mês e seguirão até novembro deste ano.
Alexandre e Mery foram recepcionados na Casa de Passagem Germano Selke, do bairro São Cristóvão, e segundo a coordenadora Marli de Fátima Chaves Vieira, o objetivo foi verificar pendências nos projetos desenvolvidos na casa, situação das crianças acolhidas no município e principalmente o tempo e motivo do acolhimento, além do Plano Individual de Atendimento desenvolvido pelo CEPIJ.
A Comissão foi acompanhada pelo juiz da Infância e da Juventude, Edson Luiz de Oliveira, e pela assistente social forense Rosemari Grein e pela assistente social Ana Maria, em representação da Secretaria Municipal de Bem Estar Social e a Prefeitura de Barra Velha, que apoia o desenvolvimento da Casa e Passagem.
Segundo Marli, o trabalho da Casa de Passagem barra-velhense foi fotografado e elogiado, principalmente nos seus aspectos de higiene e organização interna. Atualmente com 13 crianças acolhidas, a casa é um amparo seguro para a infância em situação de risco social. Basicamente, segundo Marli, os visitantes conferiram o funcionamento do abrigo, mas gostaram muito da postura do juiz Edson, de Barra Velha, que mantém visitas regulares à instituição e garante o bom serviço prestado.
“O juiz Edson visita sempre a Casa e conversa muito com as crianças, tudo isso é um diferencial no atendimento”, comenta Marli. “E o CEPIJ relatou que houve casos de abrigos em Santa Catarina em que juízes não sabiam nem o endereço da casa”, disse Marli. A visita serviu também para a Comissão Estadual Judiciária de Adoção elabore a estatística atualizada de quantas crianças estão em abrigos no Estado.
Barra Velha hoje conta com crianças e jovens na faixa dos dois meses de idade até 16 anos. Através da Casa “Germano Selke”, uma média de três adoções é realizada a cada ano. Das crianças assistidas, três cursam informática na escola Yes Brás e uma faz inglês no Centro de Ensino Fisk.
Em novembro do ano passado, a Casa ganhou notoriedade por conseguir encaminhar uma adoção internacional: uma menina de 14 anos foi adotada por um casal dos Estados Unidos, caso raro de adoção tardia, segundo Marli. As visitas da CEPIJ e da CEJA acontecerão também em Araquari e Balneário Piçarras.
 

REDAÇÃO, JORNAL DO COMÉRCIO
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