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quarta-feira 15 de julho de 2026

Traficante e comparsa são presos após tentarem subornar policiais

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A ação conjunta da Agência de Inteligência do Batalhão da Polícia Militar de Penha e da Polícia Civil de Balneário Piçarras resultou na prisão de indivíduo que realizava a distribuição de drogas para pequenos traficantes na região. Identificado apenas por C.J, os policiais o prenderam e também o autuaram pela prática de corrupção ativa – junto de J.F.F – após tentarem subornar os policiais na tentativa de evitar a prisão, ocorrida nesta terça-feira, 17.

De acordo com a investigação, C.J vinha sendo monitorado por conta das suspeitas do crime de tráfico de drogas e também para cumprimento de mandado de prisão em virtude de sentença condenatória por roubo. “Informações davam conta de que C.J realizava o tráfico de drogas nos municípios de Penha e Balneário Piçarras, porém estaria se escondendo e armazenando o entorpecente em Barra Velha”, apontou nota da Polícia.

Assim que foi capturado, em Balneário Piçarras, a Polícia Militar de Barra Velha averiguou a residência de C.J. No local, os policiais localizaram em um fundo falso do guarda roupas “uma grande quantidade de substância amarelada com características de ser crack, pesando aproximadamente 1kg, 1 porção de pó branco com características de ser cocaína, pesando aproximadamente 50g e 9 pacotes menores com substâncias de cor amarela com características de ser crack, pesando aproximadamente 10g cada e uma balança de precisão”.

Na delegacia de Barra Velha, o terceiro crime foi cometido: corrupção ativa. “(C.J) ofereceu aos policiais considerável valor em dinheiro para não ser preso. Após algum tempo, compareceu na delegacia de polícia J. F. F., o qual estava de posse de R$ 14.750,00 mil em espécie. Segundo J.F.F., teria sido pago para levar a quantia até o local para que a prisão não fosse realizada”, afirma a Polícia. Diante dos fatos, foi dada voz de prisão em flagrante para ambos.

Antes de oferecer a quantia financeira aos policiais, C.J “confirmou à equipe a narco-traficância, que tal conduta ocorria há cerca de 2 anos, vendendo a R$ 200 cada 10 gramas da droga a pequenos traficantes”.

REDAÇÃO, JORNAL DO COMÉRCIO
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