O presidente do Colegiado de Cultura da AMFRI e superintendente da Fundação Municipal de Cultura de Penha Picucho Santos, o professor Eduardo Bajara, receberá prêmio da Academia de Letras do Brasil de Santa Catarina. Ele é um dos 20 homenageados do Estado no Prêmio “Homem Brilhante 2022”.
“É muito gratificante ser reconhecido pelo trabalho de uma vida toda. Trabalho árduo e de muitas batalhas. É muito difícil promover cultura nas cidades, mas é muito gratificante quando ela acontece. O prêmio, apesar de ser individual, representa o trabalho de muita gente, representa o trabalho da comunidade, das pessoas. Agradeço imensamente o apoio dos gestores municipais das nossas cidades da AMFRI”, destaca Eduardo.
A titulação foi atribuída pelo notório destaque na área em que atua. Eduardo Bajara dedica a sua vida ao setor cultural. A entrega do prêmio ocorrerá neste sábado, 16, em Governador Celso Ramos. A premiação é uma iniciativa do Instituto ARTECULLI e a Academia de Letras do Brasil de Santa Catarina.A premiação acontece no dia em que a Academia de Letras completa 14 anos de história.
EDUARDO JOÃO DE SOUZA
Eduardo Bajara é descendente de açorianos por parte do pai e de Belgas por parte da mãe. É apaixonado e denota grande fascínio pela História da Colonização e formação do Brasil, especialmente o Litoral de Santa Catarina e Penha, sua cidade natal.
É Professor de Exatas – Matemática, Química e Física, desde 1994 no Ensino Público e ocupa o cargo de Superintendente da Fundação Municipal Cultural de Penha desde 2017, no qual, além de várias conquistas e avanços, destaca-se a Palestra no 2° Seminário Internacional sobre as Armações Baleeiras no ano de 2019 em Florianópolis e trazer para Penha, como cidade sede, a 26° AÇOR – Festa da Cultura Açoriana de Santa Catarina, realizada em novembro de 2019.
É Membro Conselheiro do Núcleo de Estudos Açorianos (NEA) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e do Colegiado de Cultura da AMFRI, desde 2017, do qual é o atual Presidente.
Ainda, como ação de destaque, comandou a criação e instalação da Casa da Memória de Penha Dico do Amâncio, uma espécie de Museu Municipal, que abriga micro espaços culturais, exposições, o Arquivo Histórico, a Biblioteca Açoriana, além de um acervo de peças e objetos que retratam a colonização e a história da cidade de Penha.





