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segunda-feira 22 de abril de 2024


Aluna da Escola João Batista da Cruz vence o concurso para criar logo do Serviço de Acolhimento em Família Acolhedora

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A aluna do 5º ano da Escola Básica Municipal João Batista da Cruz, Eduarda Tomaz de Souza, venceu o concurso para escolha da logomarca do Serviço de Acolhimento em Família Acolhedora, em Penha. O anúncio oficial dos três primeiros colocados ocorreu na sexta-feira, 15, em cerimônia na Câmara de Vereadores. Ester Pereira (Escola Raquel Figueredo de Assis) e Carlos Eduardo Alves de Oliveira (Escola Rosalia Valentina Dallago) ficaram em segundo e terceiro.

“A ideia é divulgar ainda mais o serviço”

“O concurso foi um sucesso e o logotipo escolhida será utilizada em todos os materiais de divulgação do serviço. A ideia é divulgar ainda mais o serviço, para que a população em geral conheça ainda mais o novo modelo de acolhimento em nossa cidade, trazendo com ele o fortalecimento da Rede de Garantias de Direitos da Criança e do Adolescente. Mais uma vez a parceria público-privada deu certo, com os prêmios doados pelas empresas”, pontua o secretário de Assistência Social, Sérgio Mello.


O Grupo Escoteiro em parceria com Águas de Penha, contribuiu com a bicicleta, que contemplou a aluna vencedora; Escuna Barco Pirata, contribuiu com dois ingressos; Lojas Anjo Dourado com um kit contendo uma bola de vôlei, um fone de ouvido e uma garrafa de água; Hotel Açoriano, um kit com bola de vôlei/futebol e frescobol e a JBS com 20 kit de doces, que contemplou os alunos selecionados. A Prefeitura de Penha premiou os professores com um kit de papelaria. No entanto, todos os alunos que participaram também receberam brindes. Os vencedores foram escolhidos pelo Conselho Municipal da Criança e do Adolescente (CMDCA).

SOBRE O SERVIÇO DE ACOLHIMENTO

O serviço, que atende a Política Nacional de Assistência Social, oferece acolhimento familiar provisório para crianças e adolescentes que foram afastadas do convívio familiar. Implementado no mês de maio, o serviço garante o acolhimento até que a criança ou o adolescente possa retornar à sua família de origem ou ser encaminhada para uma família adotiva.

A Assistente Social e Coordenadora do Serviço de Acolhimento em Família Acolhedora, Maria Bernadete Canuto, explica um pouco mais sobre a ação.  “A implementação se deu por meio da divulgação via imprensa e através de materiais de orientação, como folders e banner. Para se inscrever, os participantes devem atender diversos requisitos, e depois de aprovadas, as famílias sempre serão acompanhadas pela equipe técnica do serviço”, pontua.

Ela também explica a diferença entra adoção e acolhimento. “Muitas pessoas confundem. A medida do acolhimento é provisória, não deve ultrapassar dos 18 meses, por lei. As famílias acolhem até que as crianças e adolescentes possam retornar para sua família de origem ou, quando isso não é possível, ser encaminhadas para adoção. Ou seja, acolhimento familiar e adoção são situações distintas, inclusive no seu tempo de duração: o acolhimento é temporário, a adoção é definitiva”, destaca.

Para se inscrever, os interessados devem ser maiores de 21 anos, sem restrição de gênero ou estado civil, não ter interesse em adoção, residir no município de Penha há pelo menos 2 anos e ser considerada apta para o acolhimento pela equipe técnica do serviço.

Os interessados devem entrar em contato através do telefone (47) 3345-3914, pelo e-mail [email protected] ou ir até a sede do projeto, na Avenida Eugênio Krause, 152, sala 2.

REDAÇÃO, JORNAL DO COMÉRCIO
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