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sábado 24 de fevereiro de 2024


Novos Conselheiros Tutelares de Penha tomam posse para o quadriênio 2024/2028

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Os cinco novos conselheiros tutelares de Penha, eleitos no ano passado pela população penhense, foram oficialmente empossados e diplomados na tarde desta quarta-feira, 10, em cerimônia na Câmara de Vereadores. Os membros terão mandato de quatro anos pela gestão 2024/2028. Além dos titulares, mais cinco conselheiros tutelares suplentes estão à disposição para qualquer eventualidade.

Os conselheiros titulares empossados foram Marcia Cristina da Silva Lukenchuke, Cleberson Damy Bezerra, Marlene Pereira Siqueira, Katia Cilene Krueger e Rivaldo Antonio Yagi Junior. Já os suplentes, pela ordem de maior número de votos, foram: Tania Auzier Pereira, Andressa Fleury Felix de Oliveira, Estela Wernke, Marcia Leal Zimmermann e Larissa Correa Costa. O cargo tem vencimentos mensais de R$ 4.200,00, para 40h semanais.

Cerimônia ocorreu na Câmara de Vereadores de Penha

O prefeito de Penha, Aquiles da Costa (MDB), ressaltou a importância e responsabilidade do cargo. “Os conselheiros são peças fundamentais para a proteção de crianças e adolescentes em situações de risco ou violação de direitos. Desejo um mandato com muito compromisso, sabedoria e responsabilidade”, pontua.

Para o Secretário de Assistência Social, Sérgio Mello, a união dos conselheiros com diversos órgãos – incluindo o executivo municipal – é fundamental para que o trabalho seja eficaz. “Tivemos uma votação expressiva no último ano, com mais de 1.200 eleitores, e isso mostra a importância dos conselheiros na sociedade. Contem conosco, com a Assistência Social e todo o Governo Municipal, para que façamos um trabalho de excelência, superando os desafios e fortalecendo a rede de proteção à infância e adolescência”, frisa.

Para a presidente do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA), Maria Elisa de Souza, “a missão dos conselheiros é árdua, mas, tenho certeza que todos estão preparados para trabalhar com responsabilidade, utilizando como ferramenta o Estatuto da Criança e do Adolescente, que é marco legal e regulatório dos direitos humanos de crianças e adolescentes”, finaliza.

REDAÇÃO, JORNAL DO COMÉRCIO
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