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quarta-feira 26 de agosto de 2026

Porto de Itajaí, Univali e Autoridade Portuária Federal assinam convênio para estudos de remoção dos destroços do navio Pallas

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A Superintendência do Porto de Itajaí assinou nesta segunda-feira, 25, convênio com a Univali e a Autoridade Portuária Federal, por meio da Superintendência do Porto de Itajaí, para a realização dos estudos técnicos voltados à remoção dos destroços do navio Pallas, naufragado desde 1893 no canal de acesso ao Porto de Itajaí.

O ato representa um marco para a qualificação da infraestrutura aquaviária do Complexo Portuário de Itajaí. Localizados entre as boias 9 e 11, próximos à Bacia de Evolução nº 2, os destroços do Pallas impedem o aprofundamento daquela área e, consequentemente, limitam a capacidade futura de recebimento de navios de maior porte.

A iniciativa será conduzida com responsabilidade técnica, base científica e respeito ao valor histórico da embarcação, em diálogo com as instituições competentes de preservação do patrimônio.

Para o superintendente do Porto de Itajaí, Artur Antunes Pereira, a assinatura do convênio integra uma agenda de projetos estratégicos que começou com a retomada das operações do Porto sob a gestão do Governo Federal.

“A remoção dos destroços do Pallas é um passo decisivo para qualificar o canal, ampliar a segurança da navegação e criar condições para receber navios de grande porte”

“Desde que o Governo Federal assumiu o compromisso com a retomada do Porto de Itajaí, esta pauta passou a ser tratada como prioridade. Primeiro, era preciso devolver o Porto à operação, garantir segurança institucional e recolocar Itajaí no centro da logística nacional. Agora, avançamos para os projetos estruturantes, aqueles que preparam o Complexo Portuário para o futuro. A remoção dos destroços do Pallas é um passo decisivo para qualificar o canal, ampliar a segurança da navegação e criar condições para receber navios de grande porte”, destaca Artur Antunes.

A remoção dos restos da embarcação permitirá, no futuro, a dragagem de adequação da Bacia de Evolução nº 2, que passará a contar com 530 metros de diâmetro, ampliando a segurança das manobras, a produtividade operacional e a competitividade do Complexo Portuário de Itajaí.

REDAÇÃO, JORNAL DO COMÉRCIO
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