A licitação da reforma do ginásio de esporte Sebastião João de Souza foi novamente paralisada. Uma das empresas excluídas do processo – por não apresentar acervo técnico que garantisse qualidade de serviço – entrou com um recurso contra a decisão da comissão de licitação da Prefeitura. O recurso foi protocolado na manhã de quinta-feira, 3, e será analisado em cinco dias úteis.
“Até quinta-feira (10) esperamos estar com a situação resolvida”, disse o secretário de Administração, Rafael Celestino. Três das quatro empresas que participaram da licitação de reforma, no dia 23, foram excluídas. A única que recorreu da exclusão foi a empreiteira Angra, paralisando a segunda licitação, prevista para o último dia 2.
Caso o recurso da empresa Angra não tenha fundamento, a empreiteira barravelhense será decretada vencedora do processo. Outras duas decisões podem ser tomadas: incluir a Angra na licitação ou realizar um novo processo, abrindo para participação de novas empresas. Apenas a empresa de Barra Velha, Nossa Casa, apresentou todos os documentos exigidos.
A obra
De acordo com o memorial descritivo da obra, a empresa vencedora – com a menor proposta – deverá implantar uma nova cobertura, nova quadra (em tacos corridos), elétrica completa, reparos na alvenaria e pintura geral. O custo exato da licitação é de R$ 379.712,86. De acordo com o edital, o prazo de conclusão será de três meses.
A interdição
Seguindo recomendações de um laudo técnico do Corpo de Bombeiros Voluntários de Penha, a Prefeitura resolveu lacrar o centro de esportes. Segundo o documento, o ginásio foi fechado porque não trazia condições seguras às pessoas para a prática esportiva. No laudo, o Corpo de Bombeiros destaca itens que estão em estado precário: problemas de infiltração, corrosão de partes metálicas, telhado e tacos soltos além de rachaduras nas paredes são os mais graves. O laudo aponta, também, a falta do sistema de segurança, sistema contra incêndio e saídas de emergência.
Foto por: Penha





