O prefeito de Luiz Alves, Marcos Pedro Veber, decretou situação de emergência pública na última sexta-feira, 25. Através do Decreto 80/2018, o gestor público se baseou na paralisação nacional dos caminhoneiros para confirmar a falta de combustível na cidade, o que motivará o corte de serviços oferecidos pela Administração.
“A falta de combustíveis afeta diretamente a prestação de serviços públicos oferecidos pelo Poder Executivo”, afirmou o prefeito no Decreto publicado nos portais oficiais da Prefeitura. Em razão da falta de combustível, ficarão suspensos alguns serviços públicos municipais que necessitem o uso de veículos e maquinários para a sua realização.
Os serviços essenciais de urgência e emergência de ambulância e de transporte de pacientes para tratamento fora do domicílio – exclusivamente para os tratamentos oncológicos e de hemodiálise – estão mantidos, afirmou o Governo Municipal. “Os demais atendimentos foram cancelados pelos prestadores de serviços”, reforça o documento.
Já as Unidades Básicas de Saúde (UBS’s) manterão seu funcionamento, em escala reduzida de atendimento. “Podendo causar limitações nos serviços básicos de consultas e exames”, frisa o Decreto.
As escolas municipais e o transporte escolar manterão seu funcionamento regular até amanhã, terça-feira, 29. “Caso a situação de anormalidade persista, serão também suspensas”, categorizou o prefeito.
Já o serviço de coleta de lixo será mantido. “Podendo ocorrer redução em sua escala de serviço, razão pela qual solicita-se a conscientização e contribuição da população em relação aos cuidados e na redução da produção do seu lixo”.
O decreto do prefeito busca “priorizar a manutenção dos serviços públicos considerados essenciais, em função do interesse público, nos casos de situações de emergência”, visto que “é incerta a normalização da presente situação nos próximos dias”.
Pelo Decreto, a Prefeitura de Luiz Alves manifesta apoio às solicitações da categoria. “Esta municipalidade entende serem justas as reivindicações pleiteadas pela classe dos caminhoneiros, sendo ainda solidária à manifestação e a causa”.
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