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Piçarras
sábado 25 de julho de 2026

Primeiro bloqueio do tráfego sobre a ponte deve durar uma semana e meia

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O tráfego de veículos sobre a ponte que divide Balneário Piçarras e Penha deve permanecer bloqueado por uma semana e meia – a contar de segunda-feira, 13, data em que teve início o processo de estaqueamento da nova estrutura. A rota alternativa é pela Rua 5.000, que corta os bairros Santo Antônio e Nossa Senhora da Paz, ou via BR-101. A passagem para pedestres e ciclistas continua normal.

Segundo a Prefeitura de Balneário Piçarras, o fechamento é necessário “por medidas de segurança e para acelerar o processo de aplicação de estaca”. Outro fator que causou bloqueio o tráfego de veículos durante o período de 24h na ponte, é a logística do serviço. “Ter que remover o bate estaca todo dia a tarde e reposiciona-lo pela manhã, causaria uma perda de 3 horas por dia e iríamos ter que estender o tempo de bloqueio”, explica presponsável pela fiscalização da obra, Sérgio Gollnick.

Nesta primeira etapa, a empresa executora está realizando a implantação de estacas que dará suporte para a ponte. O processo resultou na retirada do guarda-corpo de um dos lados. “Por questões legais não podemos liberar a ponte e deixar uma área desta sem proteção”, detalha Sérgio.

A empresa – que venceu a licitação aberta de concorrência pública, obtendo o menor preço entre todas as participantes – já trabalha na nova estrutura, que é pré-moldada e será transportada até o município após a finalização de todas as etapas de estaqueamento e demolição.

O projeto para a ampliação da ponte foi apresentado em abril de 2019 e custeado pelo empresariado local, através de uma parceria com as Câmaras de Dirigentes Lojistas de Balneário Piçarras e Penha. Os recursos para a obra – R$ 3.333.333,33 – são provenientes de título de empréstimo com o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), que serão pagos somente pela Prefeitura de Balneário Piçarras.

NOVO BLOQUEIO

Após o término do estaqueamento, logo após acontece a remoção da linha de alta tensão por parte da CELESC, iniciando a segunda etapa do estaqueamento, que prevê um novo fechamento, durante um período mais longo. A demolição da ponte está prevista para agosto. “Quando iniciar a demolição, a ponte será interrompida por mais 90 dias. Estamos preparando um projeto para implantar uma passagem para pedestres e ciclistas neste momento”, conclui Sérgio.

REDAÇÃO, JORNAL DO COMÉRCIO
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