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segunda-feira 22 de junho de 2026

Frase de suposto massacre teria sido motivada por “desafio o TikTok”

A informação foi confirmada na noite de segunda-feira, 4, em uma reunião com a direção e os pais da unidade escolar da região norte piçarrense e que atende 1.200 estudantes

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Após investigações internas, forças de seguranças e o Governo Municipal concluíram que a mensagem de um “possível massacre” na Escola de Educação Infantil e Ensino Fundamental Professora Francisca Borba, no bairro Itacolomi, não passou de um desafio para as redes sociais. “Após diligências, verificamos que a origem da mensagem foi um desafio do Tiktok que viralizou: COMO ACABAR COM UM DIA DE AULA”, confirmou o tenente da Polícia Militar, Daniel Duering.

A informação foi confirmada na noite de segunda-feira, 4, em uma reunião com a direção e os pais da unidade escolar da região norte piçarrense e que atende 1.200 estudantes. O trabalho de monitoramento foi desencadeado no último dia 28, quando uma mãe tornou público que sua filha teria contato sobre “boatos de um massacre”. Uma força-tarefa foi montada para acompanhar e investigar o caso.

Reunião revelou o resultado da investigação (FOTO, REDE SOCIAL DANIEL DUERING)

A frase “Massacre na escola QUARTA” foi escrita na porta de um dos banheiros da escola. “Mesmo após todos esclarecimentos e nada ter acontecido de concreto que afetasse a segurança, as ‘ideias’ para melhorar a segurança permaneciam: colocar câmera em todas salas de aula, revista pessoal e de mochila na entrada de todos alunos (crianças e adolescentes), controle de acesso, detector de metal, polícia presente durante todo o turno de aula na escola e capacitação dos professores para reagir a um massacre”, detalhou o tenente, sobre os assuntos debatidos na reunião.

Ao pontuar todos os prós e contras de cada ideia, o tenente reforça que “a família não pode delegar a educação e a criação de seus filhos para o Estado”. “Quantos policiais precisaríamos para cobrir todos os turnos de todas escolas da cidade? E os crimes? E o constrangimento da busca pessoal em crianças e adolescentes? E a liberdade de ensino com uma câmera em todas salas de aula?”, postou Daniel, em sua rede social.

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