As executivas do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) e do Democratas (DEM), de Penha, devem se reunir nesta segunda-feira, 18, para fecharam a coligação e a pré-candidatura a prefeito de Júlio Cesar Duarte (DEM) e a vice-prefeito de Adriano Tibeco (PSDB). Após semanas de conversas, que incluíram ainda os dirigentes do Partido Social Democrático (PSD), os líderes partidos parecem ter atingido consenso.
“A cidade de Penha precisa ser administrada com uma visão empreendedora e dentro de uma continuidade de crescimento. Alavancar o comércio e o turismo”, disse Júlio em recente entrevista ao Jornal do Comércio, quando anunciou sua pré-candidatura. Oficialmente, os pré-candidatos só falarão sobre a decisão após a reunião desta segunda-feira, contudo, os principais líderes de PSDB e DEM já tratam a formação definida.
PSD não vai apoiar coligação
Com a decisão de PSDB e DEM, o PSD – partido que formou a coligação dos últimos 8 anos – anunciou que seguirá seu trabalho político individualmente. O partido categorizou que manterá Felipe Schmidt como pré-candidato a prefeito e vai que disputar as eleições na majoritária, não apoiando a coligação entre DEM e PSDB.
“O PSD vai seguir o caminho dele. Agora vamos tentar compor uma coligação forte para a terceira via”, afirmou o presidente de honra do PSD, Luiz Fernando Vailatti, o Ferrão. Isac da Costa (PR) e Jefferson Custódio (PSB) estão sendo sondados pelo partido para formação do terceiro bloco às eleições de outubro.
Segundo Ferrão, a decisão de abandonar a tríplice aliança foi tomada no último dia 9, em reunião interna. “Dada a demora em ser tomada uma decisão de quem seria o pré-candidato, nós já tínhamos decidido seguir nosso próprio caminho”, completou Ferrão, que participou das conversas envolvendo PSDB, DEM e PSD.
Atualmente formando o bloco governista do prefeito Evandro Eredes dos Navegantes, o PSD possui indicações nas secretarias de Agricultura e Desenvolvimento Econômico. Ferrão frisou que o partido já pediu que tais comissionados coloquem seus cargos à disposição do prefeito. O secretário de Agricultura, Rogério Pedro Gomes, por exemplo, já pediu exoneração.
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