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Piçarras
quinta-feira 18 de abril de 2024


Casan e Vigilância preparam vistoria para ligações na rede de tratamento de esgoto

“Nesse primeiro momento eles serão orientados a realizarem a ligação. Uma vistoria posterior poderá render a notificação”

Vistoria vai ocorrer ao longo da Beira Mar (FOTO FELIPE FRANCO)
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Casan e Vigilância Sanitária de Balneário Piçarras realizam nesta sexta-feira, 25, uma ação de fiscalização nos imóveis localizados ao longo da Avenida José Temístocles de Macedo (Beira Mar) e que ainda não conectaram o esgoto residencial ou comercial ao Sistema Público de Esgotamento Sanitário. Os proprietários serão orientados a proceder a ligação.

“Nesse primeiro momento eles serão orientados a realizarem a ligação. Uma vistoria posterior poderá render a notificação”, explica o gerente local da Casan, Lino José de Aviz Neto. A cobrança pelo tratamento de esgoto ocorre mesmo que a residência não esteja conectada ao sistema – que tem o preço de 100% sobre o valor da água.

Dados da concessionária revelam um baixo número de ligações, numa utilização inferior a 40% de operação máxima da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) – dezessete meses após a ativação do sistema. O principal apontamento apurado pela reportagem seria o custo de ligação, serviço terceirizado e bancado pelo proprietário do imóvel. Há orçamentos que chegam a R$ 2 mil por ligação.

Hoje, são 2.551 ligações possíveis de serem realizadas. “Nós não temos o número exato de quantos moradores já ligaram o esgoto do imóvel ao Sistema Público de Esgotamento Sanitário. Mas, pelo volume tratado na ETE, sabemos que a adesão ainda é baixa”, complementa o gerente da Casan.

Localizada às margens da BR 101, a Estação de Tratamento de Esgotos (ETE) de Piçarras está entre as mais modernas implantadas pela CASAN.  Totalmente automatizada, a ETE pode ser operada de forma remota e tem capacidade para tratar até 110 litros por segundo de esgoto – o equivalente a 9,5 milhões de litros/dia.

O sistema de tratamento é o terciário, o mais completo e eficaz do ponto de vista ambiental. O investimento do Governo do Estado de Santa Catarina e da CASAN chegou a R$ 55.721.742,50, financiados junto à Agência de Cooperação Internacional do Japão.

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