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quarta-feira 24 de abril de 2024


Turismo de Balneário Piçarras confirma show pirotécnico no Réveillon com 24 minutos

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A Secretaria de Turismo de Balneário Piçarras confirmou um espetáculo pirotécnico com 24 minutos de duração para o evento de Réveillon. Os fogos de artifício de baixo estampido – seguindo Lei Municipal – serão distribuídos nos molhes Norte (descida da Avenida Getúlio Vargas) e Central (descida da Rua Alexandre Guilherme Figueredo), com possibilidade de um terceiro ponto: no bairro Itacolomi.

“Ano passado teve 21, 22 minutos. Esse ano nós vamos superar a expectativa: 23 a 24 minutos de queima de fogos. A princípio nós vamos ter duas regiões centrais de fogos, nos dois molhes: Central e Norte.  Nós estamos vendo a possibilidade de colocar algo também no Itacolomi, para pela primeira vez ter queima de fogos na região Norte”, detalha o secretário, João Sensi.

Lei Municipal 693/2019 proíbe o manuseio de fogos que gerem poluição sonora, em Balneário Piçarras

A queima de fogos será de baixo estampido também, seguindo a Lei Municipal 693/2019 e que proíbe o manuseio de fogos que gerem poluição sonora, em Balneário Piçarras. “Na própria licitação já diz que tem que atender e respeitar a lei municipal, que são fogos de baixo estampidos. Essa preocupação a gente respeita e estaremos seguindo a regra”, assegurou Sensi.

“O diferencial é alguns fogos diferentes. Será um show pirotécnico com música, onde próximos dos palcos do som vai ter os fogos. Eles são sincronizados com uma música. Além dos fogos, nós vamos ter dois palcos: um na praia central e outro no Itacolomi. Vão ter no dia 30 e no dia 31 atrações a partir do meio-dia até 1h da manhã. Com música, brincadeira de criança, dança, ginástica, interação em boa parte do tempo”, acrescentou.

Recentemente, o Governo Municipal realizou uma demonstração do show – situação que gerou reclamações por conta do barulho. O secretário afirma que situações acústicas do dia causaram maior barulho, mas que o show terá a mesma acústica do ano passado.

“Teve uma demonstração, que fizemos questão de colocar na licitação que o ganhador teria que fazer a amostra dos fogos. Só que ali foi soltado dois modelos de cada que foi licitado, então ele acabou dando aquele deslocamento de ar e teve barulho. A empresa que ganhou este ano foi a empresa que ganhou no passado. Então os mesmos tipos de fogos que usaram no Réveillon do ano passado foram usados nessa apresentação e vão ser usados nesta Virada. Enfim, é uma questão de quantidade de pessoas, tempo climático, som…”, encerrou.

Pela Lei, “consideram-se fogos de artifícios sem barulho, os denominados Classe A, ou seja, aqueles explosivos de efeito predominantemente luminoso e com baixo nível sonoro de estampido, com no máximo 65 decibéis”. A fiscalização de seu cumprimento fica a cargo do Instituto do Meio Ambiente.

A lei foi uma iniciativa da então vereadora, Marly Dulcineia da Silva Santana, a Ziza. “Devido a muitos pedidos de famílias com pessoas autistas, também acamadas e doentes. Mas, o principal é o autismo. Pessoas tem implorado por esse projeto”, defendeu ela, acrescentando que ‘também por conta dos animais, já que quando os fogos começam, os perturbam muito”, completou a parlamentar, citando ainda que diante da pluralidade social dos dias atuais, “temos que pensar um pouco no próximo”.

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