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segunda-feira 6 de julho de 2026

Cidasc libera retirada, comercialização e consumo de ostras e mariscos de Penha

Foto, Felipe Franco / JC
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A Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc) atualizou nesta sexta-feira, 16, o relatório das novas análises laboratoriais sobre a presença da toxina ácido ocadaico em ostras, vieiras, moluscos e mariscos ao longo da costa catarinense. O documento autoriza a retirada, comercialização e consumo de moluscos produzidos em Penha.

O documento mantém a proibição apenas no cultivo de ostras e mariscos de Ganchos (Bombinhas), e de mariscos na Ponta do Papagaio (Palhoça). A proibição em Penha se mantinha desde o dia 26 de julho, buscando “preservar a saúde dos consumidores, pois as novas análises indicam que ainda há níveis altos da toxina ácido ocadaico nestes animais”, confirmou a Cidasc em nota oficial.

Isso porque, a toxina é absorvida pelos moluscos bivalves quando há grande proliferação da microalga Dinophysis na água do mar.  Nos animais aquáticos, a toxina não provoca problemas e é naturalmente expelida conforme as condições da água se modificam. Porém, o consumo de moluscos com alta concentração de ácido ocadaico por humanos provoca sintomas gastrointestinais como enjoo, vômitos e diarreia, que podem ser graves em pessoas com a saúde mais debilitada. 

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