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segunda-feira 15 de abril de 2024


Governo articula liberação de documentos para desassoreamento da Laguna de Barra Velha

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Representantes do Governo Municipal de Barra Velha estiveram na sede da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e da Economia Verde, dia 27, para discutir sobre a futura obra de desassoreamento da Laguna de Barra Velha. Na ocasião, foi verificada a possibilidade de dispensa de um documento chamado por ‘outorga de desassoreamento’. Licenças ambientais seguem em análise.

“Foi uma ótima reunião, tivemos êxito e em breve conseguiremos todos os documentos necessários para a obra de dragagem da laguna”, afirmou o secretário de Planejamento, Marcelo Cunha. A reunião ocorreu com a gerente de Outorga e Controle dos Recursos Hídricos e Saneamento, Gabriela Brasil. O presidente da Fundação Municipal do Meio Ambiente de Barra Velga, (FUNDEMA), Kaiann Barentin, também participou.

“Foi uma ótima reunião, tivemos êxito e em breve conseguiremos todos os documentos necessários para a obra de dragagem da laguna”

MARCELO CUNHA

A reunião com o Estado foi intermedia pelo deputado estadual, Napoleão Bernardes (PSD). “Fico muito feliz por contribuir nesta empreitada em favor da dragagem da Laguna, uma obra muito almejada pela comunidade de Barra Velha. Como deputado, seguirei auxiliando a Prefeitura nesta articulação junto ao Estado, para que todas as licenças sejam emitidas com a maior agilidade possível pelos órgãos responsáveis”, disse.

Em outubro do ano passado, a FUNDEMA protocolizou junto ao Instituto do Meio Ambiente do Estado (IMA) os estudos para o licenciamento ambiental da obra de desassoreamento da Lagoa – também chamada por Laguna. O órgão estadual será o responsável por estudar o minucioso documento, que almeja a autorização para os trabalhos.

O IMA ainda não concluiu a análise. Segundo Marcelo, a futura obra deve custar cerca de R$ 40 milhões. Ele opina que o desassoreamento dos 6 quilômetros da Lagoa vai melhorar a “navegabilidade, turismo, negócios, esportes náuticos, melhoria na qualidade ambiental e de vida das pessoas que moram e frequentam a cidade”. O entorno da lagoa é cercado pela mata atlântica, dunas e o oceano Atlântico.

Os estudos ambientais protocolizados no IMA foram coordenados FUNDEMA, que contratou a empresa Maurício Torrontegy Consultoria e Negócios, de Balneário Camboriú, para realizar o serviço. O valor aplicado nesta etapa foi de R$ 419.800,00. “A dragagem da Laguna não apenas favorecerá o ambiente local, mas também promoverá o desenvolvimento econômico e social da cidade”, cita nota oficial do Governo.

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