Apenas o vereador Francisco Coradini (PP), o Chicão, votou contra os projetos de lei que estabeleceram os novos subsídios (salários) de vereadores, secretários, vice-prefeito e prefeito para o período de 2017 a 2020. Em votação única realizada na noite de terça-feira, 28, os projetos foram aprovados e sacramentaram um aumento geral de 23%. A proposta inicial era por um reajuste de 34%, que foi reduzida pelos vereadores minutos antes da sessão em uma reunião interna.
O projeto de lei 41/2016 estabeleceu os novos salários dos secretários, vice-prefeito e prefeito. Segundo o documento, os vencimentos dos secretários passam de R$ 6.910 para R$ 8.499,30, do vice-prefeito de R$ 6.610 para R$ 8.130,30 e do prefeito de R$ 14.560 para R$ 17.908,80.
Já o projeto 42/2016 trata exclusivamente dos subsídios dos vereadores. Nele, a proposta aprovada aumentou de R$ 4.900 para R$ 6.027. O presidente da Câmara, por suas responsabilidades frente ao erário público, possui acréscimo de 50%. Com isso, o vencimento passará de R$ 7.350 para R$ 9.040,50.
A proposta inicial de 34% foi alterada pelos vereadores baseados nos últimos reajustes salarial aos servidores municipais, que ficou na casa dos 23%. O vereador Chicão, que foi contrário ao projeto, considerou mais prudente que o índice fosse de 16,8%. Sua emenda não foi aceita por conta da proposta redutiva inicial ter sido aprovada.
Os novos valores são brutos. Dos vencimentos há um desconto tributário de 33,5%. Os projetos de alteração foram propostos pela mesa diretora da Câmara, com as assinaturas de Antônio Luiz Beduschi (PT), Oswaldo Moreira da Silva Junior (PP), Marly Dulcinéia da Silva Santana (PSDB) e Leandro Rech (PMDB). Leia na versão impressa do Jornal do Comércio do próximo sábado, 2 de junho, a matéria completa sobre a votação.
Foto por: Divulgação





