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domingo 25 de fevereiro de 2024


Maurício Brockveld (MDB) quer gestão enxuta para devolver recursos à Prefeitura

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Reeleito para seu segundo mandato, desta vez com a maioria dos votos ao parlamento, Maurício Brockveld (MDB) também conquistou a presidência da Câmara de Vereadores de Penha para este ano. Com um orçamento previsto de R$ 4,6 milhões para este ano, o novo gestor do poder Legislativo afirma que aplicará da austeridade fiscal para economizar e promover uma devolução financeira em maior escala ao Executivo, no final do ano.

“Vou tentar fazer uma gestão mais enxuta possível (…) Vou tentar economizar o máximo possível, já que estamos em uma época muito difícil de pandemia e todos devem se ajudar. O que eu puder fazer para devolver em valores ao município, farei, lógico, sempre pedindo para que o prefeito invista em infraestrutura, que invista em obras. A gente economizando e revertendo para nossa comunidade, já fico feliz”, afirmou Maurício

Segundo o orçamento municipal aprovado no final do ano passado, Governo Municipal espera repassar à Câmara de Vereadores 3,53% da previsão de arrecadação, que é de R$ 130 milhões. A maior parte da redução de gastos do Legislativo deve vir das diárias, pagas aos vereadores em caso de viagens de trabalho – geralmente à Florianópolis, ou Brasília (DF).

Em novembro, Maurício se reelegeu com 760 votos, situação que o colocou como figura principal para ocupar a presidência. Ele mesmo tornou essa vontade pública. Com mais quatro votos confirmados – Antônio Alfredo Cordeiro Filho (MDB), Maurício Costa (MDB), João Antônio Costa (Cidadania) e Junior Leite (Cidadania) – ele precisaria de um sexto para vencer a eleição caso uma segunda chapa fosse apresentada. Contudo, as articulações políticas não foram frutíferas e Maurício precisou mudar de tática.

Se manteve aliado ao atual governo reeleito, mas flertou com os vereadores de oposição para alcançar seus objetivos políticos. Ao seu lado, Adriano de Souza (PSDB) é o vice-presidente, com Junior Reis (DEM) e Célio Adolfo Francisco (PSDB), secretários. “Conversei com o pessoal da oposição e fui bem aceito. Montamos a chapa, mas isso não significa que eu me tornei oposição, não houve qualquer exigência nesse sentido”, garantiu o novo presidente. Everaldo Dal Posso (PL) seria o sexto voto para uma chapa de plena situação, mas não houve acordo entre eles.

Ele confirmou que “penas montamos uma chapa para conseguir a mesa diretora. Eu continuo sendo situação, continuo no Governo, continuo ajudando o prefeito Aquiles. Lógico, sempre fiscalizando e sempre dentro objetivo de vereador: fiscalizar o Executivo”, encerrou. Não houve uma segunda chapa e Maurício recebeu a aprovação de todos os outros sete vereadores.

 

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