A Prefeitura de Penha foi contemplada com a vinda de três médicos no “Programa Mais Médicos”, do Governo Federal. Os dois primeiros profissionais – uma espanhola e um brasileiro que estudou na Argentina – se apresentam ao município na próxima sexta-feira, 20, e já começarão a atuar no Programa Saúde da Família (PSF).Maria Del Rocil e Vinícius Bareta irão trabalhar 40 horas semanas (8 diárias) exclusivamente no PSF e nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) de maior movimento: Centro, Armação e Gravatá. O terceiro médico, um catarinense, Fagner Natt, inicia suas atividades em Penha a partir do primeiro dia de outubro. “Vamos suprir algumas carências médicas e incrementar nosso atendimento à população”, afirmou o secretário de Saúde, Cleiby Darossi, após saber que os médicos inscritos no programa selecionaram Penha na segunda lista de seleção. “Isso já deveria ter ocorrido na primeira lista, mas em virtude de problemas de documentos, só ficaram aptos agora”, explicou.
Os profissionais que atuarão no programa receberão bolsa federal de R$ 10 mil, paga pelo Ministério da Saúde, mais ajuda de custo, e farão especialização em atenção básica durante os três anos do programa. Os municípios ficarão responsáveis por garantir moradia e alimentação aos médicos, além deter de acessar recursos do ministério para construção, reforma e ampliação das unidades básicas.
O prefeito, Evandro Eredes dos Navegantes (PSDB), deve se apresentar formalmente aos três novos profissionais que irão complementar o quadro do PSF, elevando para 10 o número de médicos no programa e 29 em toda rede. “Há uma parceria entre Governo Federal e Governo Municipal para que este programa possa elevar a qualidade de vida dos brasileiros. Estamos firmes neste foco, melhorando nossas unidades de saúde, construindo nos centro e melhorando nosso plantel profissional, indo ao encontro deste objetivo”, afirma.
Lançada pela presidenta da República Dilma Rousseff no dia 8de julho, a iniciativa levará mais médicos às regiões carentes, sobretudo nos municípios do interior e na periferia das grandes cidades. Todos os municípios do país podem participar, indicando as unidades básicas de saúde de suas regiões em que há falta de médicos. O programa é um estímulo para a ida de médicos para os municípios do interior e para as periferias das grandes cidades, onde é maior a carência por este serviço.





