Em virtude dos recentes casos positivos de dengue no Estado, a Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Saúde de Penha solicita que a população se mantenha atenta quanto a prevenção de acúmulo de água em locais propícios ao surgimento do aedes aegypti. “Por enquanto não há focos de dengue em Penha”, afirmou a coordenadora do Programa Municipal de Controle da Dengue, Claudia Patricia de Souza Barros.
Além da prevenção pessoal, Penha possui cinco agentes de saúde realizam o monitoramento de297 locais, dos quais, 61 são consideradas pontos estratégicos. Em todos há armadilhas contra o mosquito. “Em nenhuma das armadilhas foi detectada a presença de larvas do mosquito transmissor. Neste momento de alerta, o trabalho está sendo reforçado”, confirmou Claudia. Apesar da boa estatística, a orientação é para que a comunidade permaneça focada nas ações de prevenção. Segundo Claudia, a melhor forma de se evitar a dengue é combater os focos de acúmulo de água, locais propícios para a criação do mosquito transmissor da doença. Para isso, é importante não acumular água em latas, embalagens, copos plásticos, tampinhas de refrigerantes, pneus velhos, vasinhos de plantas, jarros de flores, garrafas, caixas d´água, tambores, latões, cisternas, sacos plásticos e lixeiras, entre outros.
REGISTRO DE CASOS
De acordo com a coordenadora, este ano, o município registrou um caso da doença, contudo, o contágio aconteceu em outra cidade. “É um morador de Penha e que foi picado pelo mosquito em São Paulo, durante uma viagem”, garantiu. O homem de aproximadamente 30 anos recebeu cuidados médicos e já passa bem. Em dois anos, esse foi o único registro. “É importante salientar que este foi um caso importado”, ratificou Claudia, referindo-se ao local de contágio da doença.





