Com 475 focos do mosquito Aedes aegypti – transmissor da zika, a chikungunya e dengue – localizados em 2020, a Secretaria de Saúde de Balneário Piçarras vem iniciando uma campanha de conscientização social. O foco é levar a informação à sociedade sobre as consequências de deixar água parada, frisando ainda natureza perigosa das doenças que o mosquito é capaz de transmitir.
Um breve vídeo da Secretaria circula nas redes sociais, reforçando as dicas para evitar a proliferação do transmissor. Pelo último boletim da Diretoria de Vigilância Epidemiológica do Estado (DIVE/SC), a cidade segue na categoria de município considerado infestado pelo Aedes aegypti. “A água parada é a principal fonte para o surgimento das larvas do Aedes. Pedimos que à população, principalmente em suas residências, fiquem atentas a locais que possam reservar água”, solicita o agente epidemiológico do Programa de Combate à Dengue, André Ladewig.
Os locais mais comuns são pneus sem uso, latas, garrafas, pratos dos vasos de plantas, caixas d’água descobertas, calhas, piscinas e vasos sanitários sem uso. A fêmea do mosquito pode, também, depositar seus ovos nas paredes internas de bebedouros de animais e em ralos desativados, lajes e em plantas como as bromélias.
Em 2020, o bairro com o maior número de focos foi o Nossa Senhora da Paz (169), seguido pelo Centro (108), Santo Antônio e Morretes (85), Itacolomi e Bela Vista (84) e o Nossa Senhora da Conceição (29). Mutirões de limpeza foram desenvolvidos para tentar amenizar a situação.





