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quinta-feira 9 de julho de 2026

Reforma do Ginásio terá nova licitação nesta terça

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Três das quatro empresas que participaram da licitação de reforma do ginásio de esporte Sebastião João de Souza, dia 23, não apresentaram acervo técnico exigido no edital. Com isso, seguindo determinações legais, a Prefeitura precisou adiar a realização do processo de contratação. A nova licitação acontece nesta terça-feira, 1º de maio, às 10h30.
“As empresas não conseguiram comprovar que possuem acervo que garanta que irão realizar uma obra de qualidade”, explica o presidente da comissão de licitação da Prefeitura, Maikil Gileno Santos. Legalmente, elas têm cinco dias úteis para apresentar nova documentação, caso contrário, serão excluídas do processo licitatório. Apenas a empresa de Barra Velha, Nossa Casa, apresentou todos os documentos exigidos.
Dessa forma, se as outras três empresas não conseguirem comprar acervo, a construtora barravelhense deve ser decretada vencedora. “Seria bom se mais de uma empresa participasse da licitação para que houvesse uma concorrência de preços”, analisa o presidente. A reforma do ginásio será feita após mais de três anos e três meses desde que o Governo oficializou sua interdição.
De acordo com o memorial descritivo da obra, a empresa vencedora – com a menor proposta – deverá implantar uma nova cobertura, nova quadra (em tacos corridos), elétrica completa, reparos na alvenaria e pintura geral. O custo exato da licitação é de R$ 379.712,86. De acordo com o edital, o prazo de conclusão será de três meses.

A interdição
Seguindo recomendações de um laudo técnico do Corpo de Bombeiros Voluntários de Penha, a Prefeitura resolveu lacrar o centro de esportes. Segundo o documento, o ginásio foi fechado porque não trazia condições seguras às pessoas para a prática esportiva.
No laudo, o Corpo de Bombeiros destaca quatro itens que estão em estado precário. O comandante do Corpo de Bombeiros, Jhonny Coelho, relata que os problemas de infiltração, corrosão de partes metálicas, telhado e tacos soltos além de rachaduras nas paredes são os mais graves. O laudo aponta, também, a falta do sistema de segurança, sistema contra incêndio e saídas de emergência.
 

Foto por: Penha

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