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domingo 12 de julho de 2026

Elas querem a dança brilhante

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 A contagem regressiva já começou. Daqui até o próximo dia 20,o pensamento das dançarinas da Parafolclórica Angelina Blahobrazoff (APAB) é um só: brilhar no palco no 31º Festival de Dança de Joinville. Com a coreografia, Svetit Tanitz (que significa dança brilhante), elas participam da mostra competitiva e sonham em repetir o feito de 2009, quando foram as campeãs em sua categoria. “A cada ano em que somos selecionadas para o evento cresce nossa responsabilidade em fazer uma excelente apresentação”, define a dançarina, Neida de Andrade.

A coreografia deste ano não é inédita no festival. Ela foi dançada em 2004 e não conquistou premiação. “Não sabemos sefoi algum erro ou o desempenho dos grupos alheios que foi melhor. Mas nove anos depois, sabemos que a coreografia está mais aprimorada”, acrescenta.

Os vestidos estão sendo revisados, assim como o principal atrativo da coreografia, as luzes. “O ponto alto da dança é quando, em plena escuridão, os vestidos se acendem”, explica Neida. Por meio de um dispositivo à pilha, as dançarinas aciona mas luzes ao mesmo tempo e surpreendem o público, enquanto mantém o passo da dança. No palco competitivo, é a décima segunda vez na história que a Associação se apresenta, ficando de fora somente2008, quando dançou sem cunho de premiação. “Inúmeros palcos internacionais passamos. Mas a sensação de dançar no Festival de Joinville é única e indescritível”, define Neida, ação que já ocorreu em 13 ocasiões.

O número, por sinal, está sendo utilizado com espécie de amuleto para o grupo. “O ano é 2013, nossa apresentação em Joinville é a 13ª e nosso número de inscrição é o 1313″, finaliza Neida. Além do auge, com o título do Festival em 2009, as dançarinas também conquistaram dois terceiros lugares (2005 e 2006) e um segundo lugar (2007).

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