15.6 C
Piçarras
domingo 12 de julho de 2026

Em dez anos, população de Piçarras cresceu 63,4%

Ouça a Matéria

 O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou na quinta-feira, 29, as novas estimativas das populações residentes nos 5.570 municípios brasileiros com data de referência em 1º de julho de 2013. De acordo com os números, a população de Balneário Piçarras cresceu 7,3% em um ano, índice que sobe para 63,4% comparando os dados de uma década. Os dados do IBGE apontam para 19.329 moradores em Balneário Piçarras.

Em comparação com os municípios da região (Barra Velha, Penha, Luís Alves e São João do Itaperiú), é o maior índice de crescimento. Em 2012, a população apontada pelo IBGE era de 18.010.Em 2003, por exemplo, a então Piçarras tinha 11.828 moradores. A segunda cidade da região que mais cresceu foi Barra Velha, 6,4%. O município passou de 23.422 para 24.943. Penha vem em terceiro, com 6,3%, saindo de 26.268 para 27.936 habitantes. Luis Alves somou mais 5,4% habitantes, evoluindo de 10.811para 11.395. São João do Itaperiú, por sua vez, cresceu 2,9%: de 3.477 para 3.578.

Em dez anos, a liderança de crescimento populacional é de Balneário Piçarras. Penha está em segundo, com 46,3% (19.086 em 2003),Barra Velha em terceiro, 46,1%(17.070 em 2003), Luís Alves em quarto, 34,8% (8.447 em 2003) e São João do Itaperiú em quinto,8,3% (3.303 em 2003).As estimativas populacionais são fundamentais para o cálculo de indicadores econômicos e sócio-demográficos nos períodos intercensitários e são, também, um dos parâmetros utilizados pelo Tribunal de Contas da União na distribuição do Fundo de Participação de Estados e Municípios.

Esta divulgação anual obedece à lei complementar nº 59, de 22de dezembro de 1988, e ao artigo102 da lei nº 8.443, de 16 de julho de 1992. A tabela com a população estimada para cada município foi publicada no Diário Oficial da União (D.O.U.) de 29 de agosto. Está previsto, no artigo102 da lei nº 8.443, acima citado, que, até 20 dias após a publicação das estimativas, os interessados poderão apresentar reclamações fundamentadas ao IBGE, que decidirá conclusivamente.

Em seguida, até 31 de outubro, o IBGE encaminhará as estimativas definitivas ao Tribunal de Contas da União. Os resultados das Estimativas de População 2013, publicados no D.O.U, também podem ser acessados na página do IBGE.

Em 2060,população terá voltado a patamar de 2025

A população total projetada para o Brasil em 2013 foi de 201,0 milhões de habitantes, atingindo 212,1 milhões em 2020, até alcançar o máximo de 228,4 milhões em 2042, quando começará a decrescer, atingindo o valor de218,2 em 2060, nível equivalente ao projetado para 2025 (218,3milhões). Além da queda do nível de fecundidade, projeta-se que o padrão etário de fecundidade por idade da mulher também se altere, conforme já vem sendo observado na última década, em direção a um envelhecimento da fecundidade no Brasil.

Segundo a projeção, a idade média em que as mulheres têm seus filhos, que está em 26,9 anos em 2013, deve chegara 28 anos em 2020 e 29,3 anos em 2030.

SC deverá manter a maior esperança de vida ao nascer

Na projeção para as unidades da Federação, Santa Catarina, que hoje já é a que tem a maior esperança de vida ao nascer para ambos os sexos, deve se manter nessa posição, com 80,2 anos já em2020, chegando a 82,3 anos em2030. No outro extremo, o Maranhão terá a menor esperança devida ao nascer em 2020, 71,7 anos. Já em 2030 essa posição deve ser ocupada pelo Piauí, com 73,4 anos. Entre os homens, os valores de esperança de vida mais elevados, projetados para 2030, serão observados em Santa Catarina, de79,1 anos e São Paulo, de 78,1 anos. Os valores mais baixos serão os do Piauí, de 68,8 anos e do Pará, de 70,4 anos. Entre as mulheres, os valores mais altos também serão de Santa Catarina, de 85,4 anos.

Santa Catarina terá o maior saldo positivo de imigrantes

A tendência dos volumes migratórios é de redução, em termos de saldo migratório (entrada de imigrantes menos a saída de emigrantes), a projeção indica que, em2020 e 2030, a Bahia deve ter o saldo migratório com os maiores valores negativos, – 46,6 mil e – 39,3mil, respectivamente. Nos mesmos anos, Maranhão, Rio Grande do Sul, Ceará, Alagoas, Piauí e Pernambuco também terão saldos migratórios negativos acima de 10mil. Já as unidades da Federação que devem ter os maiores saldos positivos, acima de 10 mil imigrantes, nos dois anos são Santa Catarina, São Paulo, Goiás, Distrito Federal e Espírito Santo. Santa Catarina deve se manter na liderança, com um saldo de 37,1 mil imigrantes em 2020 e 34,3 mil em 2030.

Confira também
as seguintes matérias recomendads para você