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sábado 4 de julho de 2026

Cidasc libera retirada, comercialização e consumo de ostras e mariscos de Penha

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A Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc) atualizou nesta sexta-feira, 27, o relatório das novas análises laboratoriais sobre a presença da toxina ácido ocadaico em ostras, vieiras, moluscos e mariscos ao longo da costa catarinense. O documento autoriza a retirada, comercialização e consumo de mariscos e ostras produzidos em Penha.

A proibição havia sido imposta no dia 13, por conta da presença de altos níveis da toxina ácido ocadaico. Isso porque, a toxina é absorvida pelos moluscos bivalves quando há grande proliferação da microalga Dinophysis na água do mar.  

Nos animais aquáticos, a toxina não provoca problemas e é naturalmente expelida conforme as condições da água se modificam. Porém, o consumo de moluscos com alta concentração de ácido ocadaico por humanos provoca sintomas gastrointestinais como enjoo, vômitos e diarreia, que podem ser graves em pessoas com a saúde mais debilitada. 

O oceanógrafo com mestrado e doutorado em aquicultura, o professor da Univali reforçou sobre a importância do trabalho de monitoramento realizado pela Cidasc. “Isso comprova que os moluscos cultivados em Santa Catarina são monitorados, garantindo assim uma segurança para os consumidores”, enalteceu.

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