O município de Luiz Alves será beneficiado com um investimento de mais de R$ 3,3 milhões para projetos de combate ao mosquito maruim, conforme anunciado na última terça-feira, 10, durante uma cerimônia em Florianópolis. Os recursos fazem parte de um repasse total de R$ 15 milhões para Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (FAPESC), destinado a 18 projetos que também incluem ações contra o Aedes aegypti no estado.
As pesquisas em Luiz Alves, programadas para iniciar em 2025, foram selecionadas nos editais de chamada pública FAPESC nº 35/2024 e nº 36/2024, que priorizam soluções sustentáveis para o controle da superpopulação de mosquitos. A ação surge após o município decretar estado de emergência devido aos impactos severos causados pelo maruim na saúde e na qualidade de vida da população.

“Apresentamos os problemas ao Estado, decretamos emergência, para conseguir resolver essa situação que já estava insustentável”
Com o apoio de universidades e centros de pesquisa, os projetos pretendem desenvolver soluções inovadoras e sustentáveis, com potencial de beneficiar não apenas Luiz Alves, mas também outras regiões de Santa Catarina que enfrentam desafios semelhantes. A iniciativa reforça o papel da ciência na busca por medidas eficazes que promovam a saúde pública e a sustentabilidade.
O evento contou com a presença do governador Jorginho Mello, do prefeito de Luiz Alves, Marcos Pedro Weber, e de autoridades acadêmicas e políticas. Durante a solenidade, Weber destacou a importância da parceria entre o município, o estado e a comunidade científica para enfrentar o problema.
O prefeito Marcos Pedro destaca a importância da ação conjunta entre o município e o Estado para enfrentar o problema: “Apresentamos os problemas ao Estado, decretamos emergência, para conseguir resolver essa situação que já estava insustentável. A Secretária de Saúde se sensibilizou e deu sequência aos editais. Universidades e pesquisadores importantes se cadastraram e começarão a trabalhar no próximo ano em nossa cidade. Acredito na ciência e sei que estamos no caminho certo para termos esse problema controlado”.





